Papo de Box: O retorno da Fênix

Olha só, quem diria que o brasileiro Rubens Barrichello iria voltar a ser notícia nas grandes mídias? Mas dessa vez o foco é positivo e, é claro, o piloto, que a pouco era dado por muitos como o mais novo aposentado, retornou à F-1 com status de campeão.

Barrichello, 36 anos, passou os últimos três meses em plena ansiedade com relação ao seu futuro na categoria mais importante do automobilismo mundial.

Mesmo os mais fanáticos e, principalmente a mídia, não tinha a menor esperança no retorno do piloto e, tão pouco, a possível compra da equipe Honda.

É, o que parecia impossível aconteceu, para a grande alegria do brazuca. A Honda saiu e deu lugar a BrawnGP, liderada pelo inglês Ross Brawn.
Hoje é bem possível que Barrichello esteja rindo a toa, já que além de ser um dos mais rápidos nos treinos livres em Jerez, foi também o segundo mais rápido nos treinos classificatórios para o GP da Austrália, primeira etapa do campeonato, isso, a bordo de um carro novo e, cá entre nós, sensacional. Ou seja, a BrawnGP, deu aos seus dois pilotos, Barrichello e Jenson Button, a esperança de um futuro promissor.

Na corrida, tá cometeu um “errinho”, mas foi no momento certo (ultrapassagem sobre o Kimi), arrojado, contou também, quem diria, com a sorte. Mostrou para ele mesmo e para todos aqueles que um dia abriram suas bocas para criticá-lo, que pode ser sim, um campeão.

Vale muito bem destacar a alegria que ronda sua face. É nítido o sorriso que estampa seu rosto. Ainda mais com o resultado obtido na primeira prova da temporada (2º colocado), em Melbourne. Com essa marca, o brasileiro já é o quinto maior pontuador da história da categoria com 538 pontos acumulados, atrás apenas de Fernando Alonso (555), Ayrton Senna (614), Alain Prost (798,5) e Michael Schumacher (1.369).

Ou seja, para finalizar, Rubinho deve estar dizendo para o mundo diversas frases que poderia dizer por si só o sentimento que o piloto deve estar sentindo neste momento. “eles vão ter de me engolir, sou brasileiro e não desisto nunca. Acharam que eu estava acabado, eu voltei, agora para ficar”, etc.

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