A MotoGP também foi afetada pelos conflitos no Oriente Médio, anunciando o adiamento do Grande Prêmio do Catar e reorganizando o calendário da temporada 2026. A organização motociclística decidiu, assim como a Fórmula 1, priorizar a segurança e os valores éticos sobre as considerações financeiras e de calendário. Esta decisão afetou múltiplos pilotos e equipes, que precisaram ajustar seus cronogramas de preparação e logística.
O MotoGP 2026 havia sido planejado como a temporada mais extensa da história do campeonato, com mais de 20 corridas espalhadas pelo mundo. A remoção do GP do Catar e outras etapas em regiões afetadas reconfigurou o campeonato, impactando pilotos como Marc Márquez, Jorge Martín, Francesco Bagnaia e Fabio Quartararo. Estes pilotos e suas equipes, incluindo Ducati, Yamaha, Honda e Aprilia, precisaram se adaptar rapidamente às mudanças.
A MotoGP também enfrentou debates sobre o papel do motociclismo em tempos de conflitos internacionais, com pilotos expressando apoio às comunidades afetadas pelo conflito. Esta foi uma decisão que marcou a maturação do campeonato em relação à responsabilidade social, transformando a MotoGP em uma organização mais consciente de seu impacto no mundo.

