A 110ª edição das 500 Milhas de Indianápolis, apresentada pela Gainbridge, estabeleceu um novo marco histórico no automobilismo mundial. O evento registrou seu quinto ano consecutivo de recorde de premiação, com um purse total que ultrapassou a barreira dos US$ 30,9 milhões – mais precisamente US$ 30.906.400.
O sueco Felix Rosenqvist, da equipe Meyer Shank Racing, conquistou sua primeira vitória na tradicional prova e levou para casa a quantia recorde de US$ 4,34 milhões, o maior pagamento individual já destinado a um vencedor na história da “Greatest Spectacle in Racing”.
Crescimento consistente da premiação
Os números impressionantes de 2026 representam um salto significativo em relação ao ano anterior. Em 2025, o purse total foi de US$ 20.283.000, com o vencedor recebendo US$ 3,8 milhões. O aumento de mais de US$ 10 milhões no total da premiação demonstra o crescimento contínuo do interesse e investimento na categoria.
A média de pagamento por piloto da NTT INDYCAR SERIES na edição 2026 foi de US$ 936.500, superando significativamente a média de 2025, que foi de US$ 596.500.
Histórico de recordes
A trajetória ascendente da premiação das 500 Milhas de Indianápolis nos últimos anos impressiona:
- 2026: US$ 30.906.400 (vencedor: US$ 4,34 milhões)
- 2025: US$ 20.283.000 (vencedor: US$ 3,8 milhões)
- 2024: US$ 18.456.000 (vencedor: US$ 4,3 milhões, incluindo bônus de US$ 440 mil)
- 2023: US$ 17.021.500 (vencedor: US$ 3,7 milhões)
- 2022: US$ 16.000.200 (vencedor: US$ 3,1 milhões)
Antes de 2022, o maior purse da história havia sido registrado em 2008, com US$ 14,4 milhões – valor que foi superado consistentemente ano após ano na atual década.
Impacto no automobilismo
Este recorde de premiação consolida as 500 Milhas de Indianápolis como uma das provas mais bem remuneradas do automobilismo mundial, atraindo pilotos de elite de diversas categorias e reforçando o prestígio da competição que faz parte do calendário da IndyCar Series.
A vitória de Felix Rosenqvist marca também o triunfo da estratégia da Meyer Shank Racing, que investe cada vez mais na tradicional prova do oval de Indianápolis.

