F1: Lawrence Stroll surge como solução em meio a possível falência da Force India

Lawrence Stroll, bilionário e pai do canadense Lance Stroll, piloto da Williams, está prestes a comprar a Force India. As informações são da principal revista automobilística alemã, a Auto Bild, que não costuma errar quando o assunto são os bastidores da Fórmula 1.

De acordo com a publicação, Stroll compraria as participações de 42,5% de cada um dos empresários indianos Vijay Mallya e Subrata Roy, o que daria ao canadense 85% da equipe sediada em Silverstone, na Inglaterra. Os outros 15% são do empresário holandês Michiel Mol.

Os rumores ganharam força no último final de semana, durante o GP da Alemanha, em Hockenheim. O diretor de operações e vice-chefe de equipe da Force India, Otmar Szafnauer, chegou a dizer a repórteres que o dinheiro para o desenvolvimento do carro ainda para esta temporada ou para a próxima é quase inexistente.

A declaração é praticamente uma comprovação dos boatos de que a Force India está prestes a declarar falência. Os boatos sobre o assunto começaram no ano passado, quando o magnata Vijay Mallya chegou a ser preso. Ele pagou fiança e foi colocado em liberdade, mas segue com problemas judiciais no Reino Unido por lavagem de dinheiro e luta para tentar evitar a extradição para o país natal.

Em fevereiro deste ano, o jornal britânico Daily Mail informou que a empresa de bebidas energéticas britânica Rich Energy estaria encabeçando uma negociação para adquirir a equipe por US$ 280 milhões. A compra, no entanto, nunca foi efetivada.

Em meio a tudo isso, o nome de Lawrence Stroll surge como uma luz no fim do túnel. O bilionário estaria disposto a comprar os 85% da equipe, aliviando as preocupações financeiras de mais de 400 funcionários que temem há tempos por seus empregos.

Se a compra por parte do canadense for confirmada, o próximo passo será a chegada de Lance Stroll para ser um dos pilotos da Force India. A dúvida ficaria apenas sobre o momento em que isso vai acontecer: se já nas férias de verão da Fórmula 1 em agosto, ou apenas no início da temporada 2019.

O que é certo, porém, é que o desespero financeiro apenas trocaria de boxes no paddock da categoria mais importante do automobilismo mundial. Com um desempenho pífio nas pistas, a Williams perderia o suporte do bilionário canadense quase que imediatamente, o que pode fazer com que a escuderia britânica tenha que lidar com um colapso nas contas já nos próximos meses.

Fonte: Máquina do Esporte

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