F1: No simulador de R$ 13 mi, McLaren tenta reagir e voltar à briga

Sem atividades até 16 de abril, data da abertura dos treinos livres para o Grande Prêmio da China, Lewis Hamilton e Jenson Button trocarão o carro da McLaren por um caríssimo simulador nesta semana. Com o trabalho duro na fábrica de Woking, a equipe espera recuperar o terreno perdido e voltar ao topo da Fórmula 1.

Após três corridas disputadas em 2010, a McLaren ocupa a segunda posição do Mundial de Construtores, mas sua velocidade, em linhas gerais, tem sido inferior às de Red Bull e Ferrari. Nesse contexto, a única vitória da escuderia, na Austrália com Button, veio muito mais em função da falha no carro de Sebastian Vettel e da estratégia por ter adiantado a parada para trocar pneus.
A solução para subir o nível, assim, pode estar em um simulador orçado em 5 milhões de libras (R$ 13,3 milhões). É nesse equipamento que Button passará horas e horas na manhã desta quarta-feira, em Woking, buscando destrinchar cada curva do circuito de Xangai, palco da prova de 18 de abril.
No supercomputador, Hamilton se juntará ao compatriota, buscando melhorar os resultados que até aqui o colocam na sexta posição do campeonato, a oito pontos do líder, o brasileiro Felipe Massa.
Conforme explica o chefe de equipe da McLaren, Martin Whitmarsh, a tecnologia disponível não se resumem ao simulador, visto que a escuderia prepara evoluções gradativas para introduzir nos carros corrida após corrida.
“Temos que acreditar nessas ferramentas”, diz o dirigente, acompanhado por Button: “alguns pequenos problemas precisam ser resolvidos, mas se desenvolvermos nosso carro mais rapidamente que os adversários, podemos vencer”.
Fonte: Terra

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