Fórmula 1 baixa teto de investimento da categoria por conta do COVID-19

A Fórmula 1 decidiu baixar ainda mais o valor máximo de orçamento de cada equipe para a temporada 2020. Após uma reunião entre as escuderias, ficou definido que o valor máximo que cada uma poderá gastar, que já tinha caído para US$ 150 milhões, baixou para US$ 125 milhões. Antes da pandemia do coronavírus, o teto havia sido estipulado em US$ 175 milhões.

De acordo com a BBC Sport, oito equipes concordaram de bate-pronto com o novo valor. Apenas Ferrari e Red Bull mantiveram a opinião de deixar o teto em US$ 150 milhões. Porém, as duas equipes foram vencidas pela maioria e terão que se adequar ao valor mais baixo.

Antes da reunião, em uma entrevista concedida à própria BBC Sport, Zak Brown, chefe da McLaren, havia dito que a Fórmula 1 passa por uma fase delicada e que a categoria corria o risco de ter equipes deixando o grid de largada por problemas financeiros. Já nesta terça-feira (7), pós-reunião, a Liberty Media, que comanda a Fórmula 1, seguiu o que já haviam feito a própria McLaren, além de Williams e Racing Point, e decidiu conceder licença a funcionários, assim como reduzir os salários de todo o seu corpo diretivo em 20%.

Atualmente, a previsão é de que o calendário da categoria mais importante do automobilismo mundial seja retomado no dia 14 de junho, com o Grande Prêmio do Canadá. Até o momento, em relação ao calendário original, duas provas já foram canceladas (Austrália e Mônaco) e outras seis foram adiadas (Bahrein, China, Vietnã, Holanda, Espanha e Azerbaijão).

Fonte: Máquina do Esporte

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