IndyCar: Depois de segurar Power, Bia estabelece meta:

Piloto brasileira acredita estar bem preparada para prova do dia 5 de maio no Anhembi, após disputar os três primeiros GPs do ano com a Dale Coyne

Após três corridas disputadas na temporada 2013, Bia Figueiredo se diz preparada para disputar a Itaipava São Paulo Indy 300 Nestlé, próxima etapa da Fórmula Indy, marcada para o dia 5 de maio no Circuito do Anhembi.

A piloto, que fechou um acordo com a Dale Coyne em cima da hora, conseguiu disputar as três primeiras provas do ano (St. Petersburg, Barber e Long Beach) e garantir a presença nas provas mais importantes do campeonato, a Itaipava São Paulo Indy 300 Nestlé e as mítidas 500 Milhas de Indianápolis, ambas marcadas para o próximo mês.

Este tempo de preparação e readaptação ao carro, após uma longa ausência (ela havia disputado somente as provas de São Paulo e Indianápolis de 2012), foi considerado vital pela piloto paulista de 28 anos, que agora estabelece uma meta ousada para a prova em sua terra natal: completar entre os dez primeiros. Este será um desafio e tanto para Bia, que tem como melhor resultado na categoria um 11º no GP de Toronto de 2011.

“Na primeira corrida seria inimaginável chegar em 14º lugar. Eu estava há muito tempo sem correr (desde as 500 Milhas de Indianápolis de 2012, em maio), fechei em cima da hora com a equipe, eram vários fatores. Agora eu já posso botar como objetivo um top ten em São Paulo. Tenho que trabalhar bastante e o carro também tem que evoluir, dar mais um passo à frente, mas não é um sonho, é um objetivo plenamente alcançável”, analisa a única brasileira a competir em uma categoria “top” do automobilismo e, por isso, já possui um lugar cativo na história do automobilismo nacional.

Prova desta boa adaptação pôde ser vista em Long Beach, quando Bia pilotou de forma madura e ficou dez voltas à frente de ninguém menos que Will Power, tricampeão da Itaipava São Paulo Indy 300 Nestlé, com o carro da Penske – um equipamento muito superior ao da brasileira. “Fui mais conservadora no início da prova, porque era muito importante chegar ao fim. Depois fui me sentindo mais confortável no carro, fiz algumas ultrapassagens e me defendi bem das tentativas de ultrapassagem dos adversários, sobretudo no último jogo de pneus”, completa.

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