Outras: Nova Santa Rita terá o maior complexo de velocidade da América do Sul

Velopark será apresentado à imprensa na próxima semana pelos

empreendedores gaúchos Felipe Johannpeter e Jhonny Bonilla.

Quando se fala em novos autódromos no Brasil, o que vem em mente é a seqüência traumática dos últimos anos, com projetos que, depois de pomposas apresentações e exposição na mídia, nunca saíram do papel. Enquanto isso, de forma estranhamente discreta para o tamanho da obra, começava a construção do maior complexo de esporte a motor da América do Sul, o Velopark, na cidade de Nova Santa Rita, a pouco mais de vinte quilômetros de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Um espaço que em questão de meses terá dois kartódromos, uma pista de arrancada de um quilômetro e, cerca de um ano depois, um autódromo para receber competições nacionais e internacionais.

A garantia de realização do projeto vem primeiramente da total independência dos idealizadores, que contam com órgãos externos apenas para as obras de adequação das vias de acesso ao local e demais ações de melhorias, e depois pelo estágio em que se encontram as obras, iniciadas há mais de um ano. Caminhões e tratores já trabalham diariamente no terreno. É o que o Velopark quer mostrar aos jornalistas de todo o Brasil em evento marcado para a mesma semana da Stock Car em Tarumã, ali pertinho. Na quinta-feira, dia 25, às 10h30, os empreendedores gaúchos Felipe Johannpeter e Jhonny Bonilla querem reunir a imprensa no próprio canteiro de obras para apresentação e almoço.

É o primeiro passo para que a imprensa se aproxime do que, agora sim, já pode ser considerado o próximo autódromo do Brasil. Um ano após o início das obras, o terreno de 680 mil metros quadrados já toma forma de um centro de velocidade, com partes do kartódromo, da pista de arrancada e do estacionamento avançadas, enquanto os empreendedores continuam se reunindo com pessoas envolvidas com as mais diversas categorias do automobilismo para adequação do projeto às necessidades de cada modalidade. A idéia é que o quarto autódromo do Rio Grande do Sul seja bem mais do que apenas mais uma pista de corrida. É torná-lo referência no continente.

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