Christian Horner, chefe da Red Bull, critica aumento de GPs da Fórmula 1 para 21

Com o intuito de expandir ainda mais a Fórmula 1, a Liberty Media pretende levar Grandes Prêmios da categoria para novos lugares. Em 2020, a principal novidade é a presença do GP do Vietnã ao calendário. Ainda existe a possibilidade de Zandvoort voltar a receber a prova da Holanda.

Sendo assim, o número de provas no ano que vem passaria de 19 para 21. Christian Horner, chefe da Red Bull Racing, acredita que o aumento será um risco. “Eu acho que o que você tem que avaliar é que um final de semana de GP, não para nós, mas para as pessoas na garagem, é um evento de uma semana. Para muitas outras funções que estão envolvidas em ir para os GPs, 21 já é um grande risco. Indo além disso é, eu sinto, um ponto de inflexão”, afirmou o dirigente.

Além disso, cinco circuitos ainda estão sem contratos para a próxima temporada. São eles: Barcelona, Silverstone, Hockenheim, Monza e México. Na Itália, as negociações estão avançadas, enquanto que é bem provável que o GP do México não aconteça em 2020.

Por fim, Horner questionou o porquê do aumento de 21 Gps. Para o inglês, a qualidade da Fórmula 1 não será melhor. “Você então tem que olhar para a construção do fim de semana do GP. Precisamos fazer tantos testes quanto fazemos? A duração da temporada. Todos esses fatores e o impacto que isso tem sobre os limites de custo e orçamento e assim por diante, será que isso vai finalmente tornar a Fórmula 1 um espetáculo melhor?”, concluiu.

Na atual temporada, o piloto Valtteri Bottas, da Mercedes lidera com 87 pontos, um a mais em relação ao segundo colocado, Lewis Hamilton. O próximo prêmio está marcado para este domingo, às 10h10 (horário de Brasília), em Barcelona, na Espanha.

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