Desafio das Estrelas: Pietro Fittipaldi corre no Desafio com número da sorte

Caçula do grid, com apenas 15 anos, neto de Emerson é o único piloto nascido na década de 90

Campeão em seu ano de estreia em uma categoria sancionada pela Nascar nos Estados Unidos, o brasileiro Pietro Fittipaldi é um dos destaques do Desafio Internacional das Estrelas, prova promovida por Felipe Massa e que terá sua sexta edição realizada no fim de semana no Kartódromo Arena Sapiens em Florianópolis. Aos 15 anos de idade, o neto de Emerson Fittipaldi será o mais jovem entre os 29 pilotos das mais importantes séries do automobilismo mundial.

Pietro venceu a Limited Late Model no circuito de Hickory, no estado da Carolina do Norte, e se tornou o primeiro brasileiro a conquistar o título em uma modalidade da Nascar, além de levar para casa também o prêmio de “Estreante do Ano”. Agora no Desafio Internacional das Estrelas, o mais novo representante do clã Fittipaldi volta ao kart depois de uma temporada acelerando os carrões equipados com motor V8 tão populares da terra do “Tio Sam”. “Foi minha primeira experiência em carros, depois dos karts. Eu queria só aprender e chegar ao final do campeonato em condições de brigar por vitórias. Minha equipe me ensinou muito, minha família me apoiou tanto que se mudou para a Carolina do Norte. As coisas foram acontecendo, fui melhorando e no final do ano andava sempre na frente. Ganhei quatro corridas e o campeonato. Agora, o objetivo é continuar evoluindo até chegar à Cup, a principal divisão da Nascar”, contou Pietro.

Um dos estreantes da prova, Pietro está animado por correr contra nomes de destaque no automobilismo nacional e internacional, como o primo Christian. “Fiquei muito contente com o convite do Felipe. Estou meio “enferrujado” nos karts, na Nascar tem muitas corridas e não dá tempo de fazer mais nada. Tive que faltar à escola para treinar um pouco antes do Desafio com o Nelsinho aqui no Brasil. O Christian também estava treinando, vai ser engraçado correr com ele. Sou o mais novinho do Desafio, e a experiência sempre conta. Mas vou me esforçar para ir bem e ser convidado todos os anos para aprender e ganhar a prova um dia.”

O fato de ser o caçula foi fundamental na escolha do número do kart. “Vou correr com o 90, o mesmo que usei na Limited Late Model. Nos Estados Unidos este número homenageou meu patrocinador. Aqui, acho que tem tudo a ver porque sou o único piloto nascido na década passada”, concluiu.

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