F1: Alonso diz que não há guerra dentro da McLaren

O piloto espanhol Fernando Alonso afirmou nesta quinta-feira que “não há nenhuma guerra civil” entre ele e a McLaren ou o seu companheiro de equipe, o inglês Lewis Hamilton.

“Não há nenhuma guerra civil. Nunca disse nada contra a equipe. Além disso, disse que tinha um carro competitivo e suficiente para conseguir meu terceiro mundial consecutivo. O que disse é que não estava totalmente confortável”, disse Alonso sobre o termo usado pela imprensa inglesa para comentar sua situação na escuderia.

Os tablóides britânicos repercutiram as declarações de Fernando Alonso nas quais ele dizia não se sentir “confortável na McLaren”.

“Caso haja algum problema tinha que ter começado em Mônaco, quando meu companheiro falou mais na entrevista coletiva e eles começaram uma luta tola que acabou inclusive com uma investigação da FIA”, declarou o espanhol.

Ao ser perguntado sobre o que falta para se sentir totalmente confortável na McLaren, Alonso disse: “Para estar totalmente confortável com a equipe faltam coisas que falei com eles e que acho que são necessárias. São coisas de toda natureza: estratégia, testes, compartilhar o que for, telemetria. No entanto, há coisas que eu achava que iam ser de outra maneira e que não são assim. Penso desta forma e nada mais. Começa e acaba aí”.

Sobre o rendimento de Hamilton nas seis primeiras corridas Alonso disse: “Não me surpreendeu. Nos teste já vimos que andava rápido. Fiquei mais surpreso com o que disse”.

Alonso não acredita que esteja vivendo agora o momento de maior pressão de sua carreira: “Tive companheiros fortes como o italiano Jarno Trulli em 2004. Andei arás dele a metade do campeonato e o ultrapassei no final. Além disso, venci um Mundial diante do finlandês Kimi Raikkonen e de seu McLaren, outro na frente do alemão Michael Schumacher. Surpresas já tenho poucas”.

Sobre os rumores que surgiram na imprensa italiana sobre uma hipotética transferência para a Ferrari o espanhol disse: “Não vou perder tempo falando de especulações e rumores da imprensa. Seria entrar no jogo. É perder tempo”.

Fonte: EFE

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