F1: Barrichello confirma uma corrida frustrante no Canadá

Depois de dar duro para tentar conquistar pelo menos mais um ponto no campeonato, Jenson Button terminou o Grande Prêmio do Canadá no nono lugar nesta tarde, encerrando assim uma tarde desanimadora para a Honda Racing F1 Team.


A corrida prometia muito mais para o time, com Jenson e Rubens Barrichello largando na oitava e nona posições no grid. Jenson fez uma boa largada, ficando em oitavo no final da primeira volta, mas Rubens perdeu três posições, ficando em 12.º.

Jenson ganhou duas posições na segunda volta, quando Nico Rosberg e Juan Pablo Montoya bateram à frente dele, trazendo para a pista o safety car. A corrida reiniciou uma volta depois e Jenson imediatamente abriu distância de Jacques Villeneuve, que o perseguia.

Rubens continuou na 12.ª posição, mas sentiu problemas no motor na volta 12, sendo obrigado a abandonar.


“Uma forma desapontadora de terminar minha corrida. O motor parecia estar amarrando desde o começo da prova e então, depois de minha 11.ª volta, você podia ver que estava perdendo muitas posições, porque todo mundo estava conseguindo me passar nas retas. Eu comecei a perder potência. O time está fazendo um grande esforço para conseguir mais confiabilidade e potência do motor, de forma que precisamos analisar este problema, descobrir qual é a causa e, se tudo correr bem, resolvê-lo antes da próxima corrida, em Indianápolis”.

Durante a primeira rodada de pitstops Jenson avançou para o quinto lugar, antes de parar na volta 27. Sua parada durou 8,6 s e ele voltou à corrida na nona posição.

Durante a segunda parte da corrida ele continuou no nono lugar. Ele fez sua segunda parada na volta 53 e herdou o oitavo posto quando Villeneuve, que estava imediatamente à sua frente, bateu no muro.

O safety car voltou à pista enquanto os destroços do carro de Villeneuve eram removidos e, quando a corrida reiniciou com nove voltas restando, Jenson passou a sofrer uma intensa pressão de David Coulthard. Eles tiveram uma batalha dura, mas Button, incapaz de manter um ritmo competitivo em função de problemas de manejo do carro, eventualmente cedeu o posto a Coulthard.

Na frente Fernando Alonso chegou à sua sexta vitória no ano, levando também a Michelin à sua centésima vitória em Grandes Prêmios.

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