F1: Cansado de brigar na parte de trás, Button confirma decisão de deixar F1

Está cada vez mais claro que a temporada 2015 será a última de Jenson Button na Fórmula 1. Com 35 anos, o britânico declarou que não sente “alegria” ao volante de um carro que não é competitivo e deve anunciar sua retirada na categoria neste final de semana, durante o GP do Japão, casa da fornecedora de motores da McLaren, Honda.

“A alegria de estar no carro só acontece se você está brigando na frente, sentindo que está conseguindo alguma coisa”, disse Button à imprensa britânica.

Estreante na categoria em 2000, Jenson Button conquistou seu único título em 2009 e obteve sua última vitória em 2012, no GP do Brasil, em São Paulo. Desde então, ele teve como melhor resultado um terceiro lugar na corrida da Austrália, em 2014, graças à desclassificação de Daniel Ricciardo. Na atual temporada, o britânico vem amargando os últimos lugares no grid com um carro que segue com pouca potência e cheio de problemas mecânicos.

“Se você está brigando na parte de trás, está guiando um carro de F1, mas você pode facilmente encontrar a alegria pilotando em outro lugar. É uma questão de lutar na frente. A possibilidade de subir ao pódio. É lá que está a alegria na F1”, argumentou, 18º colocado do Mundial 2015, com apenas seis pontos.

O veterano piloto confirmou sua vontade de deixar a categoria, porém disse que se reunirá com a alta cúpula da McLaren e desconversou sobre o futuro. “Eu tomei essa decisão, que é o mais importante. É sempre bom fazer um anúncio quando você está em um GP de casa, mas não seu o que vai acontecer ainda. Várias reuniões vão ocorrer no Japão, Ron Dennis e Eric Boullier estarão lá. Estou certo de que várias reuniões acontecerão na sede”, revelou Button.

Caso Jenson Button confirme sua aposentadoria da Fórmula 1, é mais provável que o reserva da McLaren, o dinamarquês, Kevin Magnussen, preencha sua vaga. O piloto de testes e atual líder da temporada da GP2, o belga Stoffel Vandoorne, também é cotado para assumir um dos volantes da equipe britânica.

Fonte: GazetaEsportiva.Net

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