F1: Certeza que o Alonso sabia da “marmelada”, diz Massa

Ainda revoltado com a “marmelada” da Renault no GP de Cingapura de 2008, o brasileiro Felipe Massa disse que não havia como o novo companheiro de Ferrari, o espanhol Fernando Alonso, não saber dos planos da escuderia francesa.

O bicampeão mundial foi o vencedor da corrida e o maior beneficiado do escândalo que envolveu Nelsinho Piquet e os dirigentes Flavio Briatore e Pat Symonds. O brasileiro bateu de forma proposital, provocando a entrada do safety car e ajudando o espanhol a pular para as primeiras posições.

“Sem dúvida, ele sabia. Não tem como ele não saber. Com certeza absoluta”, disse Massa, que se sentiu prejudicado naquela corrida na qual liderava e acabou nas últimas posições após o problema no pit stop durante o safety car causado por Nelsinho.

De acordo com o brasileiro, no entanto, o novo piloto da Ferrari foi o “menos envolvido”. Alonso não recebeu punição e ainda teve a vitória mantida pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo).

“A FIA que tinha de ir atrás disso. Em outros esportes que houve escândalo, como o futebol, teve equipe como a Juventus rebaixada para a Série B, na Itália, e no Brasil teve 11 jogos anulados (em 2005 no episódio Edilson Pereira de Carvalho)”, afirmou.

No entanto, Massa disse que, mesmo que essa corrida fosse cancelada, não gostaria de ser o campeão no lugar do inglês Lewis Hamilton. “Não gostaria de ter esse asterisco no meu currículo”, completou o brasileiro, em conversa com jornalistas em churrascaria de São Paulo.

Segundo o vice-campeão de 2008, não há temor por correr com Alonso, envolvido também no escândalo de espionagem da McLaren na Ferrari. “Se eu fosse para a Renault, eu me preocuparia com ele. Mas é ele que está vindo e que terá de se adaptar ao estilo Ferrari”, concluiu.

Repercussão

Mais tarde, a assessoria da Ferrari soltou uma nota oficial, minimizando as declarações feitas à imprensa brasileira sobre o futuro companheiro de Ferrari.

“O que disse é fruto de uma impressão pessoal que não está baseada em qualquer elemento concreto”, afirmou Felipe. “O Conselho Mundial da FIA estabeleceu que não há nenhuma prova de que Fernando tivesse sido informado do que aconteceria e eu respeito essa decisão. É óbvio que eu tenha ficado desgostoso com o que aconteceu em Cingapura no ano passado. Já manifestei várias vezes minha opinião a respeito do ocorrido; agora é o momento de fecharmos definitivamente essa página e olhar para frente. O que é certo é que aquele episódio não condicionará de forma alguma o relacionamento que terei com Fernando quando formos companheiros de equipe.”

Ainda revoltado com a “marmelada” da Renault no GP de Cingapura de 2008, o brasileiro Felipe Massa disse que não havia como o novo companheiro de Ferrari, o espanhol Fernando Alonso, não saber dos planos da escuderia francesa.

O bicampeão mundial foi o vencedor da corrida e o maior beneficiado do escândalo que envolveu Nelsinho Piquet e os dirigentes Flavio Briatore e Pat Symonds. O brasileiro bateu de forma proposital, provocando a entrada do safety car e ajudando o espanhol a pular para as primeiras posições.

“Sem dúvida, ele sabia. Não tem como ele não saber. Com certeza absoluta”, disse Massa, que se sentiu prejudicado naquela corrida na qual liderava e acabou nas últimas posições após o problema no pit stop durante o safety car causado por Nelsinho.

De acordo com o brasileiro, no entanto, o novo piloto da Ferrari foi o “menos envolvido”. Alonso não recebeu punição e ainda teve a vitória mantida pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo).

“A FIA que tinha de ir atrás disso. Em outros esportes que houve escândalo, como o futebol, teve equipe como a Juventus rebaixada para a Série B, na Itália, e no Brasil teve 11 jogos anulados (em 2005 no episódio Edilson Pereira de Carvalho)”, afirmou.

No entanto, Massa disse que, mesmo que essa corrida fosse cancelada, não gostaria de ser o campeão no lugar do inglês Lewis Hamilton. “Não gostaria de ter esse asterisco no meu currículo”, completou o brasileiro, em conversa com jornalistas em churrascaria de São Paulo.

Segundo o vice-campeão de 2008, não há temor por correr com Alonso, envolvido também no escândalo de espionagem da McLaren na Ferrari. “Se eu fosse para a Renault, eu me preocuparia com ele. Mas é ele que está vindo e que terá de se adaptar ao estilo Ferrari”, concluiu.

Repercussão

Mais tarde, a assessoria da Ferrari soltou uma nota oficial, minimizando as declarações feitas à imprensa brasileira sobre o futuro companheiro de Ferrari.

“O que disse é fruto de uma impressão pessoal que não está baseada em qualquer elemento concreto”, afirmou Felipe. “O Conselho Mundial da FIA estabeleceu que não há nenhuma prova de que Fernando tivesse sido informado do que aconteceria e eu respeito essa decisão. É óbvio que eu tenha ficado desgostoso com o que aconteceu em Cingapura no ano passado. Já manifestei várias vezes minha opinião a respeito do ocorrido; agora é o momento de fecharmos definitivamente essa página e olhar para frente. O que é certo é que aquele episódio não condicionará de forma alguma o relacionamento que terei com Fernando quando formos companheiros de equipe.”

Ainda revoltado com a “marmelada” da Renault no GP de Cingapura de 2008, o brasileiro Felipe Massa disse que não havia como o novo companheiro de Ferrari, o espanhol Fernando Alonso, não saber dos planos da escuderia francesa.

O bicampeão mundial foi o vencedor da corrida e o maior beneficiado do escândalo que envolveu Nelsinho Piquet e os dirigentes Flavio Briatore e Pat Symonds. O brasileiro bateu de forma proposital, provocando a entrada do safety car e ajudando o espanhol a pular para as primeiras posições.

“Sem dúvida, ele sabia. Não tem como ele não saber. Com certeza absoluta”, disse Massa, que se sentiu prejudicado naquela corrida na qual liderava e acabou nas últimas posições após o problema no pit stop durante o safety car causado por Nelsinho.

De acordo com o brasileiro, no entanto, o novo piloto da Ferrari foi o “menos envolvido”. Alonso não recebeu punição e ainda teve a vitória mantida pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo).

“A FIA que tinha de ir atrás disso. Em outros esportes que houve escândalo, como o futebol, teve equipe como a Juventus rebaixada para a Série B, na Itália, e no Brasil teve 11 jogos anulados (em 2005 no episódio Edilson Pereira de Carvalho)”, afirmou.

No entanto, Massa disse que, mesmo que essa corrida fosse cancelada, não gostaria de ser o campeão no lugar do inglês Lewis Hamilton. “Não gostaria de ter esse asterisco no meu currículo”, completou o brasileiro, em conversa com jornalistas em churrascaria de São Paulo.

Segundo o vice-campeão de 2008, não há temor por correr com Alonso, envolvido também no escândalo de espionagem da McLaren na Ferrari. “Se eu fosse para a Renault, eu me preocuparia com ele. Mas é ele que está vindo e que terá de se adaptar ao estilo Ferrari”, concluiu.

Repercussão

Mais tarde, a assessoria da Ferrari soltou uma nota oficial, minimizando as declarações feitas à imprensa brasileira sobre o futuro companheiro de Ferrari.

“O que disse é fruto de uma impressão pessoal que não está baseada em qualquer elemento concreto”, afirmou Felipe. “O Conselho Mundial da FIA estabeleceu que não há nenhuma prova de que Fernando tivesse sido informado do que aconteceria e eu respeito essa decisão. É óbvio que eu tenha ficado desgostoso com o que aconteceu em Cingapura no ano passado. Já manifestei várias vezes minha opinião a respeito do ocorrido; agora é o momento de fecharmos definitivamente essa página e olhar para frente. O que é certo é que aquele episódio não condicionará de forma alguma o relacionamento que terei com Fernando quando formos companheiros de equipe.”

Fonte: Terra

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