F1: Conselho Mundial deve poupar Hamilton em julgamento

O jornal inglês “Times” afirmou em sua edição de segunda-feira que a FIA deve levar o caso de Lewis Hamilton e da McLaren no GP da Austrália para a reunião do Conselho Mundial, dia 14 de abril. No entanto, a entidade deve poupar o piloto de 24 anos.

Fontes da federação afirmaram ao jornal que “Hamilton teria pago sua pena, pedindo desculpas por ter participado da situação, mas a McLaren ainda tem uma conta a resolver”.

O “Times” ainda revela que o pai e empresário do atual campeão, Anthony Hamilton, teria ligado a Max Mosley, presidente da FIA, afirmando que o filho queria abandonar a equipe e a categoria, por estar desiludido com o esporte. Isso teria feito a entidade considerar que o piloto cumpriu sua pena.

Na corrida de Melbourne, Hamilton e Jarno Trulli trocaram de posições no momento em que o safety car estava na pista. O italiano tinha saído da pista, e recuperou o posto após uma ordem do time a Hamilton.

No entanto, Lewis e a escuderia inglesa não informaram os comissários da conversa, e o representante da Toyota foi considerado infrator, perdendo a terceira colocação na corrida.

Só que o piloto teria confessado a ordem em uma entrevista, e a FIA decidiu ouvir a comunicação entre piloto e time via rádio, encontrando o diálogo e considerando que os ingleses haviam mentido.

Como resultado, Hamilton e a McLaren foram desclassificados, com Trulli recuperando o posto e os pontos. Para piorar, o Conselho Mundial pode excluir a equipe do campeonato pela segunda vez – a primeira foi em 2007, quando os ingleses foram acusados de espionar a Ferrari.

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