F1: Guido Forti falece aos 72 anos

Italiano fundou a Forti Corse, que disputou a F-1 entre 1995 e 1996.

Forti, em sociedade com o compatriota Paolo Guerci, fundou a Forti Cose na década de 1970, para competir na F-3 Europeia. Em 1987 a equipe passou para a F3000, onde conquistou nove vitórias até 1994. Naquele ano Forti se associou ao brasileiro Carlo Gancia, e com o suporte financeiro do piloto brasileiro Pedro Paulo Diniz, levou a equipe para a F-1.

Com um carro repleto de patrocínios advindos dos negócios de Diniz (herdeiro do Grupo Pão de Açuçar), o brasileiro Roberto Moreno foi contratado como parceiro de equipe de Diniz.

O Forti FG01 se mostrou fraco, com Diniz e Moreno andando quase sempre nas últimas posições. O melhor resultado foi o sétimo lugar de Diniz, no GP da Austrália.

Com a saída de Diniz, que foi para a Ligier, a equipe perdeu a maioria dos patrocinadores, que migraram para a equipe francesa, junto com o brasileiro. Os italianos Luca Badoer e Andrea Montermini foram contratados.     Com os carros não se classificando para vários GPs, a Shannon Racing anunciou, no final de junho, a compra de 51% da ações da equipe.

Pouco depois, Forti e a Shannon Racing entraram em desacordo, com a disputa pelas ações indo parar nos tribunais. Com a equipe deixando de comparecer a diversas provas, devido à disputa, a FIA impôs diversas multas e por fim excluiu a equipe da categoria.

Ele faleceu nesta sexta-feira, 11 de janeiro.

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