F1: Jasim Husain diz que maior parte da população do Bahrein está contente com acontecimento da prov

Economista que foi ligado por cinco anos ao grupo de oposição Al-Wefaq no Bahrein, Jasim Husain afirmou que a decisão de se realizar a etapa da F1 no país neste final de semana foi correta.

Em meio à notícia de que mecânicos da Force India escaparam sem ferimentos da explosão de um coquetel Molotov próxima ao carro deles durante a noite da última quarta-feira, Husain minimizou as críticas ao evento.
“Posso dizer que a maior parte das pessoas no Bahrein está contente e satisfeita de a F1 estar de volta, dado o efeito na economiza e os aspectos sociais”, declarou Husain, que renunciou ao seu cargo durante os protestos anti-governo do ano passado. “Muitas pessoas estão contentes. Vejo isso como um evento esportivo e econômico, e não como um evento político”, continuou.
Quando questionado se o GP do Bahrein deveria continuar usando o slogan “UniF1ed” (Unificado, em inglês) para ligar o prova à situação política ele disse: “Possivelmente, mas com certeza o problema é que algumas pessoas não estão contente com a F1 mesmo em momentos normais, e alguns grupos não estão satisfeitos por questões religiosas. Não podemos manter todos os grupos contentes, mas a maior parte das pessoas está.”
Husain ainda previu que os protestos contra a prova devem continuar durante o final de semana do GP, e não devem terminar quando a F1 for embora, já que a categoria não é o foco principal das manifestações.
“Protestos com certeza irão acontecer. Tivemos manifestações antes do evento, elas irão acontecer durante o evento e depois, mas não tem conexão”, declarou. “Posso dizer que isso é fácil de se ver, mas mesmo que a F1 não estivesse aqui, os protestos estariam acontecendo, então, ela não é o motivo. Para eles, é uma oportunidade para chamar a atenção.”
O ex-líder político também minimizou as preocupações relativas à segurança, apesar do incidente com os membros da Force India ter destacado as dificuldades que as pessoas ligadas à F1 terão de escapar dos problemas durante o final de semana.
“Segurança nunca foi um grande problema no Bahrein. Os protestos são bastante pacíficos, muitas pessoas têm problemas políticos que precisam ser resolvidos de uma forma ou outra. Mesmo depois de a F1 ir embora, alguns desafios precisam ser enfrentados. O Bahrein se destaca por ser um lugar pacífico, somos uma sociedade tolerante e que os estrangeiros formam a maior parte da população: mais de 52% das pessoas são de fora do país e formam 66% da força de trabalho. Não existem crimes de ódio, as pessoas são muito tolerantes”, concluiu.
Fonte: Tazio

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