F1: Kart é alternativa de Bruno Senna à falta de treinos na F1

Piloto da HRT F1 andou na pista do ex-astro das motos Sete Gibernau

Bruno Senna aceitou convite do ex-piloto de motos Sete Gibernau e realizou dois dias de treinos de kart na casa do espanhol. “Ele é muito amigo do meu engenheiro, Xevi Pujolar, e colocou a pista dele à nossa disposição. E que pista: o circuito tem quase 1.600 metros e uma enorme variedade de curvas. Foi bom para entrar em forma para o GP da Alemanha neste fim de semana”, explicou brasileiro da HRT F1 Team.

Na verdade, foi a segunda vez que Bruno esteve na propriedade de Gibernau em Girona, nas proximidades de Barcelona. Na primeira, no entanto, na época do GP da Espanha, choveu o dia inteiro e Bruno nem pôde vestir o macacão. “Desta vez foi diferente. Tinha uma galerinha lá e o tempo ajudou bastante. Deu para andar na tarde de ontem e hoje pela manhã”, disse Bruno, que treinou com um chassi Tony Kart com motor de 100 cc refrigerado a água.

Bruno regressou a sua residência em Mônaco ainda nesta terça-feira e amanhã seguirá para Hockenheim, onde no dia seguinte participará de atividades promocionais ao lado dos demais pilotos da HRT F1 Team, o japonês Sakon Yamamoto, o indiano Karun Chandhok e o austríaco Christian Klien. De volta ao cockpit do carro da equipe espanhola depois da ausência no GP da Inglaterra há duas semanas, Bruno sabe das dificuldades que o esperam. “Em princípio, na comparação com Silverstone, Hockenheim é uma pista menos desvantajosa para nosso carro, que tem um problema crônico de falta de tração. O setor do estádio deverá ser particularmente complicado”, previu.

Na semana passada, a HRT F1 Team anunciou que Yamamoto – que estreou no GP da Inglaterra – substituirá a Chandhok na Alemanha. Os objetivos da equipe estreante continuam sendo modestos: levar até o final da corrida os dois carros que praticamente não passaram por qualquer evolução desde a abertura do calendário em março no Bahrein. Apesar das características ligeiramente mais favoráveis do traçado alemão, Bruno mantém-se realista. “Continuará sendo difícil superar as outras novatas, mesmo a Virgin, da qual estamos mais próximos.”

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