F1: Pai diz que Massa pode sair da UTI em dois dias

Pai de Felipe Massa, Luiz Antônio Massa disse, em comunicado distribuído pela assessoria de imprensa do piloto, que o filho pode sair da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Militar de Budapeste dentro de dois dias. O ferrarista sofreu um forte acidente durante o treino de classificação para o GP da Hungria de Fórmula 1 no último sábado.

Segundo a nota, Titônio, como é conhecido o pai de Massa, acha que “se a recuperação dele continuar no ritmo atual, é possível que em dois dias o Felipe possa ser transferido para um quarto comum”.

Em relação à possível transferência do piloto do hospital húngaro para a clínica Pitié-Salpêtrière, o pai de Massa diz que qualquer decisão será tomada com muita cautela. O comunicado diz que ele “admite que o filho possa ser transferido para o hospital em Paris (capital da França), mas que essa não é uma preocupação imediata e ele só será removido quando estiver em plenas condições de ser transportado”.

Para o médico de Massa, Dino Altman, em uma semana o piloto pode ser liberado do hospital. “É muito difícil dizer quantos dias (vai demorar para ele sair do hospital) até porque depende de dados subjetivos da equipe médica que está cuidando. Mas, dentro de uma semana, ele pode estar indo para casa”, disse.

Lúcido

Nos momentos em que esteve acordado, Massa, segundo o pai, estava sonolento, mas interagiu normalmente com a família. A nota diz que o piloto “deu uma bronca no Dudu (seu irmão), porque em determinado momento começou a levar a mão para uma sonda que tinha no nariz e o irmão segurava a mão dele para impedir”.

“Larga minha mão”, resmungou, com que o irmão teria concordado desde que ele parasse de mexer na sonda. Para Nicolas Todt (empresário do piloto), fez uma pergunta curiosa: “Que horas são?”.

Em relação a possíveis danos na visão, as opiniões são divergentes. Enquanto o médico particular do piloto, Dino Altman, diz que não há lesão no globo ocular e que qualquer notícia sobre perda do sentido é especulação, médicos húngaros dizem que é muito cedo para dar qualquer opinião sobre o assunto.

Fonte: Terra

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