F1: Vaga na Hispania e Virgin estava à venda, diz Nelsinho

Longe da Fórmula 1 e tentando reiniciar a carreira em uma subdivisão da Nascar, para em 2011 tentar engrenar na principal categoria de circuitos ovais, Nelsinho Piquet mais uma vez voltou a polemizar. O ex-piloto da Renault está em Curitiba para a disputa da Copa Montana, evento do qual é padrinho.

Depois de se envolver no escândalo do GP de Cingapura de 2008, no qual acusou Flávio Briatore, então chefe da Renault, de forçá-lo a bater o carro para beneficiar Fernando Alonso, o piloto brasileiro disse que as vagas dos estreantes Bruno Senna e Lucas di Grassi nas equipes Hispania e Virgin, respectivamente, estavam à venda. O filho de Nelson Piquet, no entanto, se recusou a investir nelas.
“Essas vagas, do Lucas Di Grassi, do Bruno Senna, estavam todas à venda, mas eu não queria botar dinheiro lá, botar dinheiro na Fórmula 1. Nunca precisei pagar para andar”, declarou Nelsinho.
Quanto a um retorno à Fórmula 1, o jovem piloto ainda se vê muito distante de uma nova tentativa, mas não refuta a idéia completamente.
“A Fórmula 1 muda da água para o vinho e do vinho para a água em um mês, é muito rápido. Nunca vou dizer que não vou voltar, mas agora eu tenho na cabeça a Nascar, quero ser o primeiro brasileiro campeão da Nascar”, disse.
Quanto à denúncia de caso que resultou na demissão de Briatore e de Pat Symonds (então engenheiro da Renault), envolvidos diretamente no caso do GP de Cingapura, Nelsinho não se arrepende e também não acredita que ainda estaria disputando o circuito, em razão do desgaste pessoal que já enfrentava.
“Já estava muito chateado com o jeito que haviam me tratado, por não terem respeitado o meu contrato. Não estava muito animado com o que estava acontecendo lá”, disse, assegurando que se arrepende apenas das coisas erradas que fez e não da denúncia contra os chefes da Renault.
“Todo mundo se arrepende de ter feito besteira e de cair na mão das pessoas erradas”, afirmou.
Fonte: Terra

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