GT3 Brasil: Depois de três vitórias seguidas, pilotos da Porsche não crêem em domínio

Antônio Hermann e Ricardo Maurício adotam discursos cautelosos para a etapa deste fim de semana, em São Paulo.

As últimas três corridas do Itaipava GT3 Brasil foram vencidas por pilotos a bordo de dois Porsche 997. Na rodada dupla de Londrina, apesar do revezamento dos supercarros na liderança dos treinos livres e da pole position de um Ferrari Scuderia, foram os carros de Stuttgart que levaram a melhor no norte paranaense. As duas vitórias colocaram seus pilotos em boa situação no campeonato, porém o desempenho na rodada paranaense não ilude o experiente piloto Antônio Hermann, piloto e principal dirigente da WB Motorsport na categoria.

“O circuito de Londrina favoreceu muito o Porsche, porque é uma pista travada, com curvas de baixa, nas quais se precisa de uma excelente tração. São Paulo é bem diferente. Tem muita subida, curvas de alta. É uma pista que não nos favorece – e essa é a graça deste campeonato, a diversidade de situações. Acho que os Ferrari vão dar muito trabalho, além do Lamborghini, que vem melhorando a cada corrida”, analisou.

Nova dupla – Vencedor de duas das últimas três corridas e atual campeão da Stock Car, Ricardo Maurício acha que os Porsche se darão melhor caso a prova aconteça sob chuva, uma possibilidade segundo os sites de metereologia. “É difícil falar agora sobre previsões. Prefiro esperar pelos primeiros treinos”, disse. “Mas acho difícil a gente repetir as performances de Londrina. Se chover, talvez tenhamos uma possibilidade (de vitória), até porque o Porsche tem muita tração e gasta muito os pneus traseiros. Como os Ferrari F430 não foram tão bem nas últimas provas, eles não têm quase nenhum lastro, se não me engano, então essa pode ser uma vantagem para eles”, disse o piloto, que compete em parceria com o gaúcho Miguel Paludo.

Apesar da previsão de chuva para parte do fim de semana, Maurício prefere ser cauteloso quanto às informações da mateorologia. “Não acredito muito em previsão do tempo. Isso pode mudar. Eu acredito que, venha o que vier, temos de estar preparados. O que tiver de ser, será”, afirmou.

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