IndyCar: Bruno Junqueira volta à pista para o Carburation Day, último treino antes da largada para as 500 Milhas de Indianápolis

Está chegando a hora. E, enquanto o pelotão comandado por Emerson Fittipaldi, que numa homenagem pelas duas vitórias na prova conduzirá o Pace Car, não começa as voltas de aquecimento à espera da bandeira verde, os 33 pilotos que disputam a 92ª edição das 500 Milhas de Indianápolis terão hoje um aperitivo e tanto para a corrida de domingo. A sexta-feira é, na imensa tradição do circuito da capital de Indiana, o Carburation Day. Dia em que, nos primórdios, as equipes faziam os ajustes na carburação dos carros, para enfrentar os mais de 800 quilômetros de prova. Hoje os motores são alimentados por modernos sistemas de injeção eletrônica, mas o nome se manteve. A partir do meio-dia (de Brasília), os carros terão uma hora para fazer os últimos ajustes, em busca do acerto ideal.

E, a exemplo do que procurou fazer antes mesmo de confirmar sua classificação – largará em 15º, fechando a quinta fila, com a marca conquistada na segunda qualificação, o mineiro Bruno Junqueira (Brasil Telecomunicações/Telemont) espera aproveitar a ocasião para fazer os últimos testes, uma espécie de ajuste fino, capaz de deixar o Dallara Honda da equipe Dale Coyne pronto para as condições da largada.
Desde domingo, quando treinou pela última vez, Bruno enfrentou, com toda a disposição, uma maratona de eventos promocionais e de caridade, com direito a uma visita a Nova York, onde posou para fotos ao lado dos demais pilotos em Wall Street. Até a largada, ainda há a participação na parada dos pilotos, que movimenta o centro da cidade no sábado. O mineiro não esconde a ansiedade para voltar à pista, e começar a sentir o clima do dia da corrida.


“Conseguimos um bom acerto para a prova, andando no tráfego, com tanque cheio e pneus desgastados. Mas uma hora a mais é sempre útil para os últimos ajustes. Além disso, de volta ao carro, já nos sentimos no ambiente da corrida. O público começa a aumentar e vivemos a atmosfera da prova”, explica.

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