Motovelocidade: CBM continua estudando propostas de homologação para a Motovelocidade

A diretoria de Motovelocidade e Supermoto informa que continua analisando propostas para homologação de carenagens e CDI/Centralina de fábricas que tenham interesse em participarem dos campeonatos brasileiros, organizado pela Confederação Brasileira de Motociclismo.

Até o momento, apenas as carenagens produzidas pela Artfibras – RCS Comércio de Fibras Ltda, empresa com sede em Frutal, Minas Gerais; a Mineiro Motos – Atailson Barbosa Lopes Moto ME, localizada em Indaiatuba, São Paulo; e a Procomps Motos Ltda, de Osasco, também de São Paulo, estão habilitadas para estarem na etapa de abertura da competição no dia 24 de maio, em Interlagos.

Duas outras tem seus produtos avaliados pelos técnicos da entidade e poderão fazer parte deste grupo. No caso da CDI/Centralina, o produto aprovado é da Servitec Indústria Eletrônica, de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul.

É necessário destacar, entretanto, que a exigência para a utilização dos referidos produtos dos fornecedores homologados, vale apenas para as equipes que estréiam novos equipamentos na atual temporada. Quem alinhou no grid de largada em 2007/08, e mantém o mesmo equipamento em 2009, não será alcançado por esta decisão, pois as antigas carenagens já haviam sido homologadas pela CBM.

“A entidade ao homologar os produtos que podem participar das suas competições investe na segurança de pilotos e públicos. No ano passado, por exemplo, tivemos dois incidentes que poderiam ter provocado dezenas de outros, justamente por que a carenagem que revestiam as motos eram de péssima qualidade. Elas não conseguiram reter o óleo que escapou com a quebra do motor, que escoou para a pista e colocou todos os outros concorrentes em risco. Com a preparação livre as quebras poderão ser mais frequentes. O que queremos é evitar estas ocorrências e garantir a integridade física dos pilotos”, explicou Carlos Senise, diretor de Motovelocidade e Supermoto da CBM.

Senise acrescentou ainda que, ao decidir pela ampliação do leque de fábricas que possam homologar seus produtos junto a CBM, a entidade diversifica as opções de fornecedores, contribuindo para que a relação oferta e procura reduza os preços dos equipamentos

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