Outras: Diego saiu de Interlagos, no domingo, direto para o aeroporto

Jovem brasileiro saiu do autódromo de Interlagos, no domingo, direto para o aeroporto e embarcou rumo à Espanha para realizar testes na World Series.


O paulista Diego Nunes (Chocolates Garoto/Aura) já está na Europa, onde realizará treinos pela equipe Draco Racing com o carro da categoria World Series – uma das atuais fornecedoras de talentos para a F-1, caso do polonês Robert Kubica, que atualmente defende a BMW/Sauber. Diego participou pela equipe Bassani Racing da decisão do título do Campeonato Sul-Americano de Fórmula 3, em Interlagos, na qual suas chances foram arruinadas por um problema no motor do Dallara/Ford-Berta. Nunes, de 19 anos, terminou a temporada no terceiro lugar.

Diego Nunes desembarcou hoje em Madri, na Espanha, onde passará o dia conversando com um possível patrocinador. Às 22h00, o piloto segue para Valência, no mesmo país, para encontrar com os técnicos da equipe italiana Draco no autódromo local, um dos preferidos para testes no fim de ano europeu, devido à aproximação do inverno. Lá, o jovem brasileiro fará a modelagem do banco que será utilizado nos testes, marcados para acontecer no dia 29 ou no dia 30 de novembro. “Vou testar apenas um dia, mas a equipe reservou dois dias para este teste, pois pode chover – o que prejudicaria o trabalho e a avaliação mútua”, observou o piloto da Chocolates Garoto/Aura.


 


Sobre a categoria – O nome oficial World Series by Renault (algo como Campeonato Mundial Renault, em uma tradução livre) foi inspirado na World Series realizada tradicionalmente pela liga de basebol dos Estados Unidos – uma espécie de confronto final entre times profissionais da American League e da National League. O carro utilizado é o FR 3.5, com chassi fabricado pela italiana Dallara, que também produz o GP2, e equipado com motor Renault de 3,5 litros e 425 cv. É a mesma unidade que equipa o luxuoso topo de linha da Renault, o Vel Satis, e a bela van Espace, ambos fabricados na Europa. Com quase o dobro da potência em relação ao F-3 utilizado por Diego até 2006, e uma sofisticada gama de recursos tecnológicos, o FR 3.5 é um bólido bem superior aos utilizados em qualquer versão da F-3 em todo o mundo.

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