Outras: Mario Haberfeld vem ao Brasil em busca de talentos para a F-BMW

Piloto brasileiro é sócio de Derrick Walker numa das principais categorias de base do automobilismo norte-americano.



Aos 30 anos de idade, com pouco mais de dez temporadas no automobilismo internacional, o piloto Mario Haberfeld pode dizer que viveu de tudo um pouco nos circuitos do mundo inteiro. É esta experiência que ele espera transmitir aos jovens pilotos como sócio de uma das equipes mais importantes das pistas norte-americanas, que agora também leva seu nome, a Haberfeld & Walker Racing, da Fórmula BMW. A parceria, que vem desde o início do ano, está cada vez mais amadurecida e pronta para facilitar o caminho dos brasileiros interessados em competir no exterior.


 


O projeto será lançado oficialmente no Brasil durante um evento promovido por Mario Haberfeld no início do próximo mês, em São Paulo, num almoço com a imprensa, que terá também a presença de Michele Henn, organizadora da Fórmula BMW Norte-Americana. “Durante toda a minha carreira, sempre senti a necessidade de contar com o apoio de pilotos mais experientes para fazer as escolhas corretas e crescer profissionalmente. É exatamente isso que estamos oferecendo com a Haberfeld & Walker Racing. Conosco, o piloto terá todo o suporte para sua trajetória internacional, trabalhando com pessoas interessadas em seu desenvolvimento”, afirma.


 


Apesar de chefiar apenas a equipe da Fórmula BMW Norte-Americana, a parceria de Mario Haberfeld com o escocês Derrick Walker, dono do time, é bastante estreita e facilita o caminho do piloto para as demais categorias do automobilismo internacional. Derrick Walker conta com carros na Fórmula Atlantic e na Champ Car, dois grandes estágios nas pistas dos Estados Unidos. “Começando com a gente, o piloto poderá traçar um planejamento detalhado de seu futuro e pensar com mais seriedade nas grandes categorias, porque estamos em todas elas”, revela Mario Haberfeld.


 


Dependendo dos resultados, o piloto tem condições de se profissionalizar nos Estados Unidos ou utilizar as categorias como porta de entrada para as pistas européias. “Ingressar no automobilismo norte-americano é uma forma de conseguir resultados em campeonatos importantes, o que rende um bom retorno para a imagem do piloto, investindo menos do que na Europa e ainda garantindo prêmios em dinheiro conforme os resultados obtidos. É um cenário bem mais favorável e menos voraz que o europeu”, comenta. Não é por acaso que uma série de pilotos brasileiros se mantêm nos Estados Unidos na base da premiação.


 


F-BMW


Mais do que uma categoria-escola, a Fórmula BMW vem se tornando uma verdadeira vitrine de talentos. Está presente na Alemanha, Inglaterra, Ásia e Estados Unidos, faz preliminar dos principais campeonatos do automobilismo mundial e serve de plataforma para a escolha dos nomes que integram o programa de desenvolvimento de pilotos da equipe BMW de Fórmula 1.

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