Stock: Ricardo Zonta volta a correr em Londrina depois de 12 anos

Piloto da equipe Nevralgex-L&M Racing participou pela última vez de uma corrida no circuito londrinense em 1995, pela F-3 Sul Americana.

A quinta etapa da Stock Car marcará a volta de Ricardo Zonta para a disputa de um GP em Londrina. Desde 1995, o paranaense não compete em uma prova no circuito do norte do Paraná. A última vez foi pela F-3 Sul Americana, derradeiro degrau da carreira do piloto no País antes de embarcar para a Europa rumo à F-1.

A lembrança daquele GP é bastante agradável: Zonta fez a pole, melhor volta e venceu a corrida (o chamado hat trick). “De fato, foi um final de semana perfeito, vamos ver se serve de inspiração para este GP de Stock Car”, comentou o piloto da Nevralgex-L&M Racing.

A experiência de andar de um fórmula na pista não ajuda muito, já que os carros são totalmente diferentes. O piloto, no entanto, esteve testando recentemente um Stock Car na pista londrinense como parte de sua adaptação à categoria brasileira, em abril deste ano.

“Consegui fazer um bom teste. Dei 30 voltas, já é uma referência, mas mesmo assim preciso aproveitar bem os treinos de sexta-feira para acertar bem o carro para esta pista, que é bastante travada”, comentou Zonta, que no mês passado também esteve testando componentes da Renault na F-1, sobretudo novos softwares e partes aerodinâmicas.

“É um pouco estranho sair de um F-1 e alguns dias depois andar de Stock Car. As referências são completamente diferentes, mas já estou me acostumando após estas quatro primeiras etapas do ano”, comentou o piloto da Nevralgex-L&M Racing.

O companheiro de equipe de Zonta, Pedro Gomes, está otimista para a prova de Londrina, onde o time corre em casa. “A expectativa é boa. Infelizmente estamos distantes da zona de classificação do playoff. Por isso, é hora de reagir, fazer uns dois pódios seguidos para ter uma chance de entrar na briga”, comenta o filho de Paulo Gomes.

Sobre a pista de Londrina, Pedro elogia duas partes. “Gosto muito da freada da Curva 1 e do S de Alta, são dois trechos onde o piloto pode buscar alguns décimos de segundo se guiar de forma arrojada”, afirma.

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