Stock: TG Competições/Star Química pontuam na terceira etapa no MS

Tiago Gonçalves largou em último, após uma corrida espetacular de recuperação, terminou em oitavo. Filipe Nogueira completou em 14º.


A equipe TG Competições/Start Química está mais que satisfeita ao final da terceira etapa da Stock car V8 Light, que aconteceu neste domingo (3) no Autódromo Internacional Orlando Moura, na capital sul-mato-grossense, com os dois carros na zona de pontuação. Tiago Gonçalves, que teve problemas com o cabo de acelerador não classificou, largou em último, fez uma corrida de recuperação e terminou em oitavo. O companheiro de equipe Filipe Nogueira, completou em 14º, marcando os primeiros pontos da temporada 2007.

Os pilotos da TG Competições fizeram uma corrida surpreendente, pois a pista não permite muitas ultrapassagens. Tiago Gonçalves já na primeira volta assumiu a 14ª posição e foi atrás das demais posições durante a prova. O mesmo aconteceu com mineiro Filipe Nogueira, que largou em 19º e na primeira volta conquistou a 15ª colocação, avançou até a 11ª posição, com dois toques recebidos caiu para 13º e teve que segurar para não ser ultrapassado o restante da prova.

O vencedor da prova depois de 24 voltas, foi o paranaense Rafael Sperafico, com o tempo de 41min30seg428 e média horária de 119.10 km, seguido de Gustavo Sondermann, Ângelo Serafim, Eduardo Santos e Ariel Barranco.

O piloto Filipe Nogueira, comemorou o resultado e garantiu que a corrida deste domingo, foi uma verdadeira aula. Pela primeira vez, nas provas que disputou da Stock Car Light, se viu obrigado a ter que segurar os adversários para conseguir se manter na posição, tratando-se de adversários bem mais experientes como Renato Russo e Diogo Pachenki (campeão da Stock Car Light 2005, venceu a primeira prova e vinha na liderança da temporada 2007).

“Procurei fazer uma corrida limpa, com ultrapassagens seguras. Meu carro estava muito bom na prova, o que me deu condições de recuperar posições perdidas com o toque que levei na metade da corrida. Fiquei mais de 10 voltas preservando a colocação para conseguir pontuar, pois a pressão do Diogo Pachenki era grande e do Renato Russo também. Na última volta fui ultrapassado por ele e em seguida ele rodou”, ressaltou Filipe Nogueira.

E, continua. “Uma das disputas mais difíceis que já fiz, escapei de diversos toques, uma corrida que animou a equipe. Vínhamos de duas provas ruins e sem resultado positivo, provocados por quebras de peças e batidas. Conseguimos manter o desenvolvimento dos carros e acertamos o setup para esse prova. O único prejuízo, foi ter quebrado o acelerador do Tiago para a classificação, senão com certeza estaríamos próximos do primeiro pódio do ano”, finalizou.

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