Blancpain Endurance Series: Bruno Senna vê McLaren mais forte em Paul Ricard

Carro chega com novidades à terceira etapa da Blancpain Endurance Series

De volta ao cockpit do McLaren 650 S GT3, Bruno Senna acredita que a tradicional fábrica inglesa estará ainda mais forte nos 1.000 Km de Paul Ricard, terceira etapa da Blancpain Endurance Series. Bruno foi obrigado a abrir mão da segunda prova da temporada, em função do choque de datas com a Fórmula E em Berlim, e não viu a vitória dos companheiros com o segundo carro da Van Ryan Racing em Silverstone, onde o britânico Rob Bell, o neozelandês Shane Von Gisbergen e o francês Kevin Estre dominaram a corrida.

Se o carro já andou bem melhor do que na abertura do calendário em Monza, Bruno acredita que as chances de novo grande resultado neste sábado cresceram ainda mais com as novidades que foram incorporadas para o circuito do sul da França. “Ganhamos evoluções na suspensão e na parte eletrônica. Claro que o carro já estava andando mais na Inglaterra, mas esses updates são importantes porque a longa reta de Paul Ricard não nos favorece. É uma pista que vai melhor para os modelos com maior velocidade de reta, como as Ferrari e asa Lamborghini”, comentou.

Os 1.000 Km de Paul Ricard deverão durar cerca de seis horas, praticamente o triplo das corridas anteriores. “A resistência e confiabilidade dos carros serão mais exigidas. Nessa hora, a qualidade dos pilotos também pode fazer a diferença, principalmente em relação à categoria Am, que reúne amadores com carros rigorosamente iguais aos da Pro e da Pro-Am. Acho que isso pode ser bom para a gente”, disse Bruno, que se revezará ao volante com o britânico Adrian Quaife-Hobbs e o português Antonio Parente.

Cerca de 60 carros estão inscritos e as atividades de pista serão abertas nesta sexta-feira para as sessões de treinos livres e o pré-qualifying. As três tomadas de tempo válidas para a formação do grid serão realizadas horas antes da largada, marcada para o meio-dia pelo horário de Brasília. Apesar do horário de verão no Hemisfério Norte, a prova começará com luz natural e terminará já no final da noite de sábado.

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