F1: Após acordo, Ferrari admite ‘redução gradual de custos’

Depois de uma briga acirrada, a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) e a Associação das Equipes da Fórmula 1 (Fota) chegaram a um acordo nesta quarta-feira. Desta forma, o teto orçamentário idealizado por Max Mosley, presidente da FIA, foi abolido.

O italiano Luca Di Montezemolo, presidente da Ferrari e da Fota, encabeçou a guerra contra a FIA. Após o acordo alcançado em Paris, a escuderia italiana divulgou um comunicado em seu site oficial. A equipe garante que todas as reivindicações foram atendidas pela entidade e admite reduzir os custos.

“Tudo isso pretende evitar contínuas mudanças decididas por uma única pessoa e prevê uma redução gradual dos custos, que no transcurso de dois anos chegarão aos níveis dos anos 90”, diz a equipe presidida por Luca Di Montezemolo através do comunicado oficial.

Após o acordo estabelecido na França que encerrou um período de cerca de dois meses de disputa, o dirigente italiano adotou uma postura diplomática e elogiou Max Mosley. No entanto, na nota divulgada no site oficial da escuderia italiana o presidente da FIA é alfinetado.

“O Conselho Mundial da FIA aprovou todas as propostas da Fota, por isso no próximo ano haverá um Campeonato de Fórmula 1 que, como pediu a Fota, será disputado dentro de um espírito de competição esportiva e tecnológica que terá regras claras e certas e uma gestão transparente”, diz o comunicado.

Com o ajuste, as regras desta temporada serão mantidas em 2010. Além disso, Mosley se comprometeu a não tentar a reeleição na FIA. Para completar, três novas equipes foram admitidas: US F1, Manor e Campos. Desta forma, o grid passa a contar com 26 carros e o campeonato paralelo cogitado pela Fota está descartado.

Fonte: Gazeta Esportiva.Net

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