F1: Barrichello condena Nelsinho em caso de ‘marmelada’

A versão de que Nelson Piquet Junior admitiu ter provocado intencionalmente um acidente no Grande Prêmio de Cingapura de Fórmula 1 em 2008 caiu como uma bomba no paddock de Monza. Até seu compatriota Rubens Barrichello, da Brawn GP, falou sobre assunto nesta quinta-feira.

O brasileiro foi cauteloso, mas taxativo, e repudiou a atitude de Nelsinho, caso ela seja confirmada. “Se você pensar bem, se alguém tiver a capacidade de fazer isso, certamente não merece estar no esporte”, disse para os jornalistas brasileiros. “Espero que não seja verdade.”

Barrichello lembrou que não tem um bom relacionamento com o pai de Piquet, mas que mesmo assim ele sempre estimou bastante o ex-colega de Fórmula 1. “Ele sempre foi alguém que, apesar dos problemas que tive com o pai dele, sempre foi honrosa a respeito de não relacionar esses problemas”, falou o piloto da Brawn GP.

No GP da Áustria, em 2002, Rubens Barrichello também esteve no centro de um escândalo envolvendo sua equipe, na época a Ferrari. Na ocasião, ele atendeu um pedido da escuderia e deixou Michael Schumacher ultrapassá-lo na reta final para que o alemão pudesse vencer a corrida.

Por isso, Barrichello considerou a possibilidade de Nelsinho ter mesmo cometido o acidente propositalmente para atender o jogo de equipe, apesar de torcer para que esta confissão de Piquet seja mentira. “Em qualquer esporte, você pode ter uma situação dessas. De qualquer forma, acredito que isto seja uma falta de esportividade tão grande que, honestamente, espero que não seja verdade o que está acontecendo. Só que nós devemos saber a verdade”, disse.

Fonte: Gazeta Esportiva

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