F1: CBA nega apoio a Max Mosley

Presidente Paulo Scaglione esclarece posição frente a escândalo.

O presidente da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), Paulo Scaglione, nega ter manifestado seu apoio ao dirigente maior da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), o inglês Max Mosley, após este ser flagarado em uma orgia.


O dirigente brasileiro afirma que a notícia de seu suposto apoio a Mosley surgiu da má interpretação de um e-mail em que respondeu a um repórter da “BBC”. Segundo Scaglione, o jornalista britânico indagou sobre seu voto em uma assembléia extraordinária da FIA, mas não houve convocação para tal reunião.


– Seria irresponsável de minha parte condenar ou apoiar, a priori, algo que ainda não está em questão. Em outras palavras, estaria, se o fizesse, alinhando-me a grupos que estão se valendo do episódio para colocar em prática aspirações políticas. Como pessoa, defendo a privacidade de quem quer que seja, e, com relação ao Max Mosley, mesmo estando ele sob intenso bombardeio, não seria diferente – explica Scaglione.


O presidente da CBA acredita, ainda, que não há clima para a continuidade de Mosley na direção da FIA, mas gostaria de ouvir o que o inglês tem a dizer.


– Qualquer julgamento antes de ouvir o que ele tem a dizer no foro apropriado, que é a assembléia extraordinária, é prematuro e só serve para desgastar ainda mais a entidade. O Max foi eleito por assembléia geral e, em não havendo, ainda, processo para seu afastamento, entendo que depende da sua vontade continuar ou não – completa.


Fonte: Globoesporte.com

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