F1: Chefe da Fórmula 1 teria alertado Mosley

Max Mosley, presidente da Federação Internacional do Automóvel (FIA), teria sido informado por Bernie Ecclestone, chefe da Fórmula 1, de que pessoas estariam tentando arrumar alguma situação que pudesse humilhá-lo publicamente.

Dois meses depois, o jornal News of the World publicou as imagens da orgia sexual, com suposta temática nazista, de Mosley, que quase o derrubou do posto.


As informações foram passadas ao jornal The Times por Dean Attew, um britânico, consultor de inteligência, que trabalhou por quatro anos com Bernie Ecclestone.


Attew contou que foi procurado na terceira semana de janeiro por alguém que disse estar representando pessoas que queriam a saída de Mosley da presidência da FIA.


“Em janeiro deste ano recebi um telefonema de um amigo. Tivemos um encontro e me contaram que havia um orçamento sem limite para pesquisar coisas que pudessem deixar Max de joelhos e, mais importante, que o tirassem de seu cargo e que o deixassem desacreditado publicamente”, disse.


Attew então informou Ecclestone da reunião que tinha tido. “Sentei com o Bernie e contei o que tinha ouvido. Bernie então contou para Max (Mosley). Sei disso porque Mosley depois confirmou isso a mim. Por causa da relação que tinha com os dois e, já que Max sabia quem eu era, imaginei que o aviso seria levado a sério”, explicou.


“Perguntei então para Bernie (Ecclestone). Há alguma coisa que alguém possa descobrir sobre Max? E Bernie responde que eu não encontraria nada sobre ele, porque ele seria um ‘Sr.Monótono’ neste sentido”.


Dois dias depois da notícia ser publicada, Attew entrou em contato com Max, (a pedido de Ecclestone), para oferecer todo tipo de assistência que ele pudesse precisar, apesar do chefe da F-1 estar furioso com os acontecimentos, ainda mais depois de ter alertado que alguma coisa poderia acontecer.


Fonte: Terra

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