F1: Diretor da USF1 diz que silêncio foi opcional

Peter Windsor revela que tudo está dentro do cronograma.

Depois de divulgar um vídeo com imagens da fábrica e anunciar que a USF1 não vai utilizar túneis de vento no desenvolvimento do carro, Peter Windsor, diretor da equipe, emitiu uma nota no site do time revelando que tudo está dentro do prazo.

– Várias pessoas me perguntaram por que estivemos relativamente calmos durante os últimos seis meses ou mais. Tenho duas respostas. Em primeiro lugar, enquanto estávamos fora da política da Fórmula 1, havia muito pouco o que podíamos fazer ou dizer. Estamos todos em um negócio de entretenimento e não havia nenhum ponto a adicionar na situação, dentro da perspectiva de uma nova equipe. Em segundo lugar, desde agosto estamos construindo nossa casa. Literalmente. É o que você pode ver em Charlotte, onde o impacto econômico da indústria do esporte a motor gera seis bilhões de dólares (cerca de R$ 12 bi) por ano. Então, uma vez que tínhamos a fábrica, começamos a desenhar peças e a contratar nossa equipe. Novamente estávamos construindo – esclareceu.

Ele ainda disse que o silêncio misterioso da equipe foi uma opção e comparou a atitude como a de quem constrói uma casa.

– As pessoas queriam saber o que estava acontecendo. Nós respondemos que estávamos ‘unindo a equipe’. É como construir uma casa nova. Você não convida todos os seus vizinhos e familiares para vê-la até que você tenha pelo menos a sala de estar quase pronta, ou alguns pratos na cozinha. Estas são as necessidades dos meios de comunicação modernos, no entanto, já que cada minuto que passa é mais um passo na história. Se você não está dizendo algo, você não está fazendo nada. Bem, eu discordo. Acho que todos temos o direito de manter silêncio. Percebi que Nick Wirth emitiu um comunicado de imprensa sobre o novo carro da Virgin sendo totalmente concebido em CFD (Computational Fluid Dynamis), ao invés de utilizar um túnel de vento. A mesma coisa se aplica ao nosso carro, mas vemos isso como um processo lógico para uma nova equipe. Não há dúvida, porém, que o ritmo agora é diferente. Tendo trabalhado para Williams e Ferrari, não hesito em dizer isso – encerrou.

Fonte: LANCEPRESS!

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