F1: “Maranello espanhol”, Campos queria De la Rosa, mas deve ter estrangeiro

Equipe que começou pequena e em apenas 11 anos de história conseguiu chegar à Fórmula 1, a Campos Meta tem grandes objetivos para o futuro: baseando-se na fábrica da Ferrari, quer se tornar a “Maranello” da Espanha. Apesar disso, para estrear na categoria o time não deve ter um piloto do país, visto que a crise financeira atrapalha a negociação com patrocinadores espanhóis.

 


Como já era conhecido, o chefe Adrián Campos confirmou nesta terça-feira, durante a apresentação de Bruno Senna, que o parceiro do brasileiro deveria ser Pedro de la Rosa, experiente testador da McLaren. “Gostaria de contratar De la Rosa, porém é espanhol e os patrocinadores espanhóis estão em baixa”, disse.


Precisando de dinheiro mesmo porque Bruno já garantiu não ter precisado pagar para correr na temporada 2010, o time ibérico estuda assim contratar Vitaly Petrov, vice-campeão da última temporada da GP2, ou Pastor Maldonado, quinto colocado. “Estamos próximos de fechar patrocínios no Brasil”, disse o presidente da escuderia, José Ramon Carabante. “Todos me perguntam sobre De la Rosa, mas tudo depende dos apoios que podemos conseguir. Na Espanha a situação está complicada… também estão (na disputa) Maldonado e o garoto russo (Petrov)”, emendou, lembrando que os pilotos em questão são bancados por empresas da Venezuela e da Rússia.


Enquanto ainda não define o companheiro de Bruno Senna, Adrián Campos faz grandes planos para as próximas temporada. Após criar sua escuderia em 1998 e em pouco tempo levá-la à GP2, à Fórmula 3 e agora à Fórmula 1, ele fala em seguir os passos da Ferrari. “A ideia é fazer do Parque Tecnológico de Fuente Álamo a Maranello espanhol”, projetou, em referência à fábrica do time, localizada em Murcia. “Para isso, vamos trazer para lá nossa escola de pilotos e nosso pessoal da F-3”, concluiu.


Fonte: Gazeta Esportiva.Net

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