F1: McLaren, a ‘pacificadora’ na briga entre Fota e FIA

Equipe que só perde em tradição na Fórmula 1 para a Ferrari, a McLaren considera que vem sendo muito importante para a garantia do futuro da categoria. Segundo o homem-forte das Flechas Prateadas, Martin Whitmarsh, eles têm agido nas últimas semanas como ‘pacificadores’, procurando contornar as divergências dos colegas com o regulamento proposto pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo) para 2010.

Enquanto Ferrari, Renault, Red Bull e Toyota já anunciaram que deixarão a Fórmula 1 caso o teto orçamentário opcional de R$ 129 milhões seja mantido no ano que vem, a McLaren jamais fez uma ameaça do tipo e assim participará do Mundial pela 45ª vez seguida. De qualquer forma, quer a companhia dos demais membros da Fota (associação de times da F-1) e para isso trabalha como uma intermediadora das relações da entidade com a FIA. “Sentimo-nos responsáveis por fazer a paz. Acredito que qualquer equipe diria que estamos sendo muito construtivos e conciliadores. Vemos que esse é o nosso papel”, afirmou Whitmarsh à revista londrina Autosport.

Para garantir a continuidade do sucesso da elite do automobilismo, a ideia do dirigente, que também descarta ‘dividir’ a modalidade em duas como propõem as novas regras de Max Mosley, é chegar a um consenso entre os gigantes e os pequenos que correm ou pretendem ingressar na categoria. “Temos corporações continentais que estão lutando contra o conceito de se tornar menores e temos times independentes que estão tentando sobreviver. Acho que podemos tirar uma afinidade da posição dos dois”.

A última reunião envolvendo a Fota e a FIA foi realizada no último domingo em Mônaco, onde foi proposto o seguinte acordo a Mosley: as escuderias garantirão presença na Fórmula 1 até 2012 contanto que o regulamento para a próxima temporada seja reformulado.

Fonte: Gazeta Esportiva.Net

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