GT3 Brasil: Categoria de supercarros volta às pistas no Rio Grande do Sul

O público de Santa Cruz do Sul (RS) vai ter a oportunidade de acompanhar de perto neste fim de semana (10-12/10) a sexta rodada da GT3 Brasil, categoria que traz alguns dos mais desejados supercarros para as pistas nacionais. Será a primeira vez que Ferrari F430, Porsche 997, Ford GT, Lamborghini Gallardo e Dodge Viper aceleram no autódromo da região do Vale do Rio Pardo.

Por isso, foi programado um treino extra-oficial para esta quarta-feira (08/12), quando as equipes ajustarão os carros dos sonhos aos 3.530 metros do circuito gaúcho. “O traçado parece que será bom para a Ferrari. Ele é sinuoso e tem um retão em descida. Como ainda não andamos em Santa Cruz do Sul, além de não termos uma base de dados para acerto do F430, não temos parâmetros, não sabemos como estaremos em relação à concorrência”, afirma Fábio Greco, chefe da equipe Pósitron/Greco.

Apesar de nunca ter andado com a Ferrari F430 nesta pista e ter que começar a semana praticamente do zero, Greco está otimista com o desempenho do carro no Rio Grande do Sul. “Se a Ferrari se adaptar bem ao circuito, estaremos andando entre os seis primeiros nas corridas. O carro está cada vez mais rápido e constante. Nossa Ferrari é sempre boa”, conta.

Mas mesmo com todo o otimismo, o dirigente destaca que a GT3 Brasil está se tornando cada vez mais difícil. “A cada corrida os carros estão mais rápidos por causa do acerto que as equipes estão aprimorando. Aí fica mais difícil guiar rápido, e os pilotos precisam treinar bastante”, garante Greco.

Os dois pilotos da Pósitron/Greco conhecem o traçado. Antonio Jorge Neto quase subiu ao pódio na Stock Car nesta temporada, ao chegar em quarto. “É uma pista que eu gosto bastante. Vamos ver qual vai ser o rendimento da Ferrari, mas o traçado seletivo e com muitas curvas deve favorecer as características do nosso carro”, explica Netinho.

Já Renato Catallini correu lá no ano passado, quando largou da pole position e foi o segundo colocado em prova válida pelo Campeonato Brasileiro Trofeo Maserati. “Realmente a pista travada deve proporcionar um bom desempenho para a Ferrari. Mas como o único ponto de ultrapassagem é o final da reta e nosso carro deve levar vantagem no miolo, creio que será fundamental uma boa posição de largada para chegar na frente”, acredita.

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