IndyCar: Mais uma vez sofrendo com as limitações do equipamento, Bruno Junqueira busca bom resultado no GP do Texas da IRL

Os embalos de sábado à noite estão de volta na Indy Racing League (IRL). Depois da corrida de abertura do campeonato, em Homestead, é a vez de a sétima etapa da temporada ser disputada sob luz artificial. Um dos mais tradicionais ovais da categoria, o circuito do Texas, com 1,5 milha de extensão e curvas com 24 graus de inclinação (em que uma pessoa quase não consegue se sustentar de pé) é também um dos mais difíceis, especialmente para quem o enfrenta pela primeira vez.

É o caso do mineiro Bruno Junqueira (Brasil Telecomunicações/Telemont) que, depois do bom desempenho nos treinos em Milwaukee – mesmo com uma pane seca na última volta da classificação largou em 15º – sairá na 13ª fila para as 228 voltas da Bombardier 550, nome oficial da corrida deste sábado, com largada às 23h (de Brasília). A pole é do líder do campeonato, Scott Dixon (Ganassi), tendo a seu lado o brasileiro Hélio Castroneves (Penske).


Bruno não foi o único a enfrentar dificuldades nos treinos para o GP do Texas. O inglês Dan Wheldon, da Ganassi, e o brasileiro Tony Kanaan, ex-campeão da categoria, saem, respectivamente, em 11º e 13º. Em todos os casos, a explicação é a mesma: faltou velocidade, apesar do esforço das equipes e do minucioso trabalho nos treinos livres.


“Infelizmente largaremos de uma posição inferior à que esperávamos, mas era o que podia tirar do carro. Espero na corrida estar em condições melhores para ganhar posições e chegar ao fim com um resultado positivo. Mais até do que as demais equipes que vieram da ChampCar, a nossa está sofrendo com a fase de transição e as pistas que não conhecemos”, explica Bruno, consciente de que terá pela frente uma prova difícil, normalmente marcada por acidentes e por condições de aderência mais baixas.

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