Rally dos Sertões: Evento leva tecnologia a cenário histórico reconhecido pela UNESCO

Local de chegada da segunda etapa, Cidade de Goiás tem título de Patrimônio Histórico e assiste ao desfile de veículos preparados para enfrentar a rudeza do Sertão.

Enquanto os 123 veículos da 17ª edição do Rally Internacional dos Sertões estão na disputa da segunda etapa, a Cidade de Goiás, que abrigará o evento nesta quinta-feira (25), mostra a sua rica história. Desde 2001, o município ostenta o título de Patrimônio Histórico e Cultural Mundial, outorgado pela UNESCO. Com a chegada da caravana do rally, o impressionante entorno de Cidade de Goiás será a moldura para a exibição da moderna tecnologia projetada para enfrentar a maior aventura brasileira.

O importante título concedido pela UNESCO, que poucas cidades do país ostentam, foi outorgado por sua arquitetura barroca peculiar, por suas tradições culturais seculares e pela rica natureza que a circunda. Terra natal da poetisa e contista brasileira Cora Coralina, a Cidade de Goiás, também conhecida pelo seu antigo nome de Goiás Velho, também foi a capital do Estado por 188 anos – de 1749 a 1937.

“O Rally dos Sertões é um evento de suma importância para o Estado de Goiás e, consequentemente, para a nossa querida Cidade de Goiás. Além da competição em si, o rally também promove o aquecimento do comércio local, ocupando hotéis e restaurantes. Estamos nos esforçando ao máximo para atender da melhor forma o evento e as pessoas que aqui vierem”, disse o prefeito Marcio Caiado.

Direto de Santa Helena (GO), onde foi disputada a primeira etapa nesta quarta-feira (24), a caravana da 17ª edição do Rally dos Sertões, formada por 1.700 pessoas, começou a desembarcar na Cidade de Goiás logo no início da manhã.

O Rally dos Sertões 2009 é patrocinado por Petrobras e apoiado pelos Governos dos Estados de Goiás, Tocantins e Rio Grande do Norte, Ministério do Turismo, Goiás Turismo, Shopping Flamboyant, DCCO – Geradores e Motores Cummins, SAMA, Mitsubishi Motors e MACBOOT. O evento ainda conta com supervisão da FIM (Federação Internacional de Motociclismo), da CBM (Confederação Brasileira de Motociclismo) e da CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo). 

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