Stock: ‘Pequena distância para os mais rápidos exige muito trabalho’, diz Pamplona

O primeiro dia de treinos oficiais para a etapa internacional do Campeonato Brasileiro de Stock-Car foi marcado pelo clima instável, que provocou acidentes e saídas de pista. Segundo Duda Pamplona, da equipe Officer MotorSport, essa era a pior condição de trabalho para a categoria:



“Choveu bastante durante a manhã e na parte da tarde o vento que sobrou não foi suficiente para secar a pista. Para se ter uma idéia melhor das condições climáticas nem mesmo a enorme quantidade de carros foi suficiente para criar um traçado totalmente seco: era impossível usar as zebras do traçado. É possível resumir a situação de uma forma bem simples: estamos andando perto do pelotão, mas temos muito trabalho pela frente”.


 


O piloto carioca ficou na 21ª. Posição, com o tempo de 52s632, contra 51s975 de Ingo Hoffmann, o mais rápido do dia com um tempo cerca de nove décimos mais lento que a pole position da prova de 2005, registrada por Christian Fittipaldi com o tempo de 51s151. Esse diferencial ajuda a explicar as condições da pista, já que os tempos da categoria este ano estão igualando e até superando as marcas de 2005. Duda Pamplona comentou que esse resultado é conseqüência da aderência irregular do circuito. O carioca descobriu esse diferencial de aderência na prática e chegou a causar suspense ao passar pela famosa curva da “horquilla”:


 


“Peguei uma zebra encharcada e em seguida uma poça d’água. O resultado é que percorri uma boa parte desse trecho derrapando nas quatro rodas. Teve jeito que se assustou muita gente que estava no muro do box”.

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