Stock: Salustiano e Greipel andam bem, mas não pontuam

O carioca Cacá Bueno (Eurofarma RC) venceu a sétima etapa da Stock Car V8 no sábado (08/9), em Curitiba, e ampliou a sua liderança na Copa Nextel para 107 pontos, 14 a frente do paulista Ricardo Maurício (A.Matheis/Medley), o novo vice-líder, que recebeu a bandeirada em segundo a apenas 1s264. A oitava etapa da Copa Nextel Stock Car será no dia 16 de setembro, no circuito externo do Autódromo Internacional Nelson Piquet, em Brasília (DF).

Paulo Salustiano (Inpacom/Nicoboco/ Sawary/RedeTV) teve um desempenho surpreendente. Saindo do 29º posto, depois de 33 passagens já alcançava a nona posição. Faltando apenas cinco voltas para o encerramento da prova, quando estava ultrapassando o paulista Thiago Camilo (Vogel/Texaco) no final da reta para assumir a sétima colocação, o piloto da M4T/WAS perdeu o controle de seu Astra e acabou abandonando. “Foi erro meu. Estou muito triste, pois coloquei tudo a perder e ainda estraguei a corrida de dois colegas. Peço desculpas para o Thiago (Camilo) e ao Hoover (Orsi), em quem bati quando tentava voltar para a pista”, assumiu ‘Salu’. “Nunca guiei um Stock Car tão bom em condições de corrida. O carro estava fantástico e isto me deixa mais chateado, pois tinha condições de chegar mais a frente e conseguir pontos altos. Pelo menos tenho a certeza que teremos um bom acerto para o ‘oval’ de Brasília”.

Outro piloto da equipe M4t/WAS, o catarinense Mateus Greipel (Inpacom/Nicoboco/ Sawary/RedeTV) largou da 15ª fila e veio se recuperando durante a prova até atingir a 11ª posição na 34ª volta pelo circuito externo da capital paranaense. Três giros depois, no entanto, ele rodou e provocou a entrada do ‘safety car’, retornando à competição na 25ª colocação. “Rodei sozinho. O carro estava muito bom, rápido, e eu fiquei empolgado, vendo a possibilidade de chegar no grupo da frente. Quando reduzi, passei do ponto, perdi a traseira e rodei”, relatou. “Continuei na corrida com uma volta de atraso, andando rápido novamente, mas faltou apenas uma posição para que eu pontuasse. Foi uma pena, porque a equipe está de parabéns, me deu um carro fantástico”, contou o catarinense, que terminou em 15º.

Para Miguel Ferreira, fica a certeza de que o time estará competitivo na corrida de Brasília. “Fomos do céu ao inferno em apenas cinco minutos, já na fase final da corrida. Estávamos somando muitos pontos com os dois pilotos, e estamos indo embora sem nada”, analisa o chefe da equipe M4T/WAS. “A maior culpa disto é que largamos muito atrás, porque na prova os carros estavam bons. Agora é trabalhar para recuperar pontos. São cinco guerras pela frente e temos plena certeza que venceremos estas batalhas”, lembra o engenheiro.

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